JK desperta BH (1940 – 1945): a capital de Minas Gerais na trilha da modernização Marcelo Cedro Formato 14x21 cm, 200 páginas ISBN 978-85-391-0019-4 Este livro traz relevante contribuição para a história urbana de Belo Horizonte na administração de JK. Se muito já se pesquisou sobre a criação da cidade e até mesmo sobre as suas décadas mais recentes, é óbvia a lacuna no período agora analisado por Marcelo. Trata-se do início de uma nova fase da modernidade da cidade. Por isso mesmo, seu livro é referência fundamental para os estudiosos das cidades, de Belo Horizonte e da nossa modernidade, analisada aqui pelas ações de um de seus principais atores, Juscelino Kubitschek. Luciana Teixeira de Andrade (UFMG) Trata-se de uma leitura sobre a cidade de Belo Horizonte dando ênfase aos conceitos de modernização, progresso e planejamento urbano. O autor apresenta um texto instigante para os leitores, utilizando-se de pesquisa histórica cuidadosa e contribuindo para análise de um período efervescente da capital mineira. Magda de Almeida Neves (PUC-MINAS) O livro de Marcelo Cedro caracteriza-se pela capacidade de integrar a narrativa histórica à análise social, abordando a administração de JK em Belo Horizonte como um projeto de modernidade tardia. Tarcísio Botelho (UFMG) Sumário sintetizado Capítulo I – Modernidade: protagonista do novo 1. Ser moderno: cultuar o progresso, engendrar o novo 2. Brasil e a modernidade tardia 3. Estado Novo e modernidade tardia 4. Discurso político-cultural do Estado Novo: ênfase na modernização e progresso 5. O “novo” remodela a cidade: estética e planejamento 6. Administração juscelinista: empreendimentos Capítulo II – Pampulha: símbolo da modernidade 1. Pampulha: ruptura estética de Niemeyer 2. Cassino da Pampulha: glamour da modernidade 3. Casa do Baile: modernidade popular? 4. Iate Golfe Clube: esportes para o novo homem – conjugação com o Estado Novo 5. Igreja de São Francisco de Assis: descompasso entre modernidade e Religião 6. Obras subsidiárias à Pampulha: complemento à modernidade Capítulo III – Modernidade em diálogo: artes plásticas, Memória, identidade, símbolos, relação público e privado 1. Exposição de arte moderna de 1944: instituição do modernismo mineiro 2. Resgate da memória: tradição e modernidade na administração juscelinista 3. Contextos distintos, propostas semelhantes: Juscelino Kubitschek e a Comissão Construtora de Belo Horizonte 4. Administração juscelinista: a relação identitária com a sociedade Belo-horizontina 5. Percepções sobre a esfera pública e a esfera privada na administração Municipal de Juscelino Kubitschek sob a ótica da modernidade tardia 6. Belo Horizonte: modelo para Brasília