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PEDRA DE SOL
Octavio Paz
Tradução Horácio Costa
86 páginas, R$ 45,00
Preço neste site R$ 35,00
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PIEDRA DE SOL constitui um dos textos
centrais da produção poética paziana.
Escrito durante alguns meses no ano de 1957, no México,
o texto revela um ambicioso projeto poético-estético
de Octavio Paz, excepcionalmente bem-sucedido, fruto de sua
maturidade como homem e como poeta.
À imagem e semelhança de um calendário
– a gigantesca “Piedra de Sol”, estela-calendário da
civilização asteca, um dos mais importantes
monumentos que guarda o Museu de Antropologia da Cidade do
México -, cuja ideia mesma pressupõe a repetição
e cuja função é organizar num continuum
mensurável pelo homem o devir temporal, o poema volta-se
sobre si próprio e conjuga-se cíclica e infinitamente.
Octavio Paz Lozano, (1914-1998), nasceu e morreu na Cidade
do México. Viveu a infância nos Estados Unidos,
morou na Espanha, em Paris, onde testemunhou e viveu o movimento
surrealista, e também no Japão e Índia,
como diplomata. Entre suas obras destacam-se Libertad bajo
palabra (1949), El Arco y la Lira (1956), Blanco (1967),
El mono gramático (1974), La Otra Voz (1990). Traduziu
Matsuo Basho e Fernando Pessoa. Recebeu o Nobel de Literatura
de 1990.
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99 POEMAS
Autor: Joan Brossa
Tradução Ronald Polito
196 páginas, R$ 50,00 Preço
neste site R$ 40,00
ISBN 978-85-7419-994-8 |
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A conspiração poética
de Brossa denota sempre um estreita e potente relação
entre informação (semântica) e experiência
(lingüística): as entrelinhas, as entrepalavras
são um fundamento e exercício político
que o poeta exige de nós na “organização
do sensível”. Ao mesmo tempo, como leitores, fazemos
parte de um complô literário de releitura crítica
do mundo (instâncias, valores, representações).
De fato, desta poesia se desprende uma economia verbal e política
que diz muito sobre o valor das coisas, e que debate seu intercâmbio
simbólico. A poesia de Brossa, como exemplo de contraeconomia,
vale pelo que diz e enuncia, singularmente, fora dos poderes
fáticos e dos fluxos abstratos de nossa atribulada
subjetividade contemporânea. ( Adolfo Montejo
Navas)
Joan Brossa nasceu em 19 de janeiro de 1919 e faleceu em
30 de dezembro de 1998, quase em 1999, com 79 anos de idade.
Se não bastasse o acaso, Brossa faria 90 anos de
idade no dia 19 de janeiro deste ano de 2009. É quase
magia. São coisas que talvez só possam acontecer
com Brossa. (Victor da Rosa)
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O GUESA
Autor: Joaquim Sousândrade
Prefácio de Augusto de Campos
Capa-dura com impressão tipográfica sobre tecido
alemão feita pelo editor
382 páginas, R$ 75,00 Preço
neste site R$ 60,00 |
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Esta edição especial de
O Guesa recoloca em circulação
o poema capital do autor maranhense Joaquim de Souza Andrade,
Sousândrade (1832-1902), numa edição para
colecionadores. Pela primeira vez, desde a última impressão
inglesa no fim do séc. XIX, este livro é recomposto
e impresso em edição não fac. similar,
mantendo-se a ortografia da época, num projeto gráfico
que recupera a estética oitocentista.
O Guesa é “poema exílio. Um deserto onde o poeta
é um eterno errante, um estrangeiro em sua própria
língua, onde a representação não
é mais possível e o que resta é a fragmentação
multidiomática, os urros, balbucios, cacofonias, choros,
gritos e inversões. Um périplo de dissonâncias,
de ruptura, de desvio, enfim, de combate com a língua
dentro da própria língua”, afirma Ana
Carolina Cernicchiaro, no Anuário de Literatura
(Florianópolis, 2007)
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REDUCHAMP
Augusto de Campos & Julio Plaza
70 páginas – R$40,00 Preço
neste site R$ 30,00
ISBN: 978-85-7419-960-3 |
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REDUCHAMP é um poema-ensaio, num
livro-poema em que Augusto de Campos reinventa a crítica
da arte. Ilustrado com iconogramas do artista e teórico
Julio Plaza, os autores expõem em imagens e versos,
pura prosa porosa, a poética de Marcel Duchamp.Lançado
em 1976, numa edição dos autores, o livro é
resultado de uma parceria das mais inovadoras e de fundamental
importância para as artes gráficas e suas relações
com a poesia no Brasil, que se iniciou com POEMÓBILES
(1974, reeditado em 1985) e CAIXA PRETA (1975). Duchamp é
um iniciador. Ele já estava lá, antes, profanando
o que era considerado estético, transformando um gesto
filosófico em obra de arte:
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MALCRIADOS RECRIADOS
Malcriados recriados: sonetário sanitário
Autor: Glauco Mattoso
Formato 14x21 cm, 162 páginas, R$31,00 Preço
neste site R$ 23,25
ISBN: 978-85-7419-952-8 |
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No sexto volume da série “Mattosiana”,
o autor inclui centenas de seus mais escatológicos
sonetos, dentre os quais quarenta e um livremente traduzidos
do fescenino poeta dialetal italiano Giuseppe Belli, porém
mantendo o rigor métrico e rítmico. Desmistificando
os tabus higiênicos e desafiando os limites da repugnância
e da náusea, o “poeta da crueldade” questiona a hipocrisia
humana, que, por trás das convenções
do asseio e da assepsia, mascara as grandes mazelas da suposta
civilização. |
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RAVENALAS
Horácio Costa
Impressão digital
Formato 16x23cm, 148 páginas, R$35,00 Preço
neste site R$ 25,00
ISBN 978-859039339-9 |
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Narratividade e reflexão sobre
a história são duas tônicas pouco freqüentes
na poesia brasileira contemporânea. São dominantes,
porém, na obra de Horácio Costa — que, por conta
disso, vem se constituindo numa voz singular da poesia atual.
Num autor complexo como Horácio Costa, no entanto,
não há mímese direta da realidade (ou
seja, ele não representa coisas e seres, mas os reapresenta
numa nova ordem).
E aquilo que é opaco se oferece em enigma, por força
de uma linguagem que vai passando quase instantaneamente do
elegíaco para o escatológico, do erudito para
o chulo.
Autor de poesias que dialogam com a tradição
latino-americana do poema longo (presente nos versos caudalosos
de "Poema Nímio"), Horácio Costa vai
construindo uma mitologia particular, em que Caravaggio e
Rimbaud rimam com Carmen Miranda e Rita Hayworth. (Manuel
da Costa Pinto, colunista da Folha de S. Paulo) |
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CONTOS HEDIONDOS
Glauco Mattoso
Impressão digital
Formato 16x23cm, 96 páginas, R$30,00 Preço
neste site R$ 20,00
ISBN 978-859039346-7 |
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A POSSIBILIDADE DO CHOQUE : GLAUCO MATTOSO
OBLITERA A BANALIZAÇÃO DA VIOLÊNCIA
Em parte do meio literário brasileiro, composto por
ex-monges, freiras e futuros(as) virgens, um livro como Contos
hediondos, de Glauco Mattoso, será visto como injurioso,
apelativo, nojento, “geração 90” e infame. Mas
a verdade é outra: levando-se em conta que existem
basicamente dois tipos de literatura, a boa e a ruim, que
importa não apenas o que é narrado, mas sobretudo
como é narrado, e que a cretinice e o patrulhamento
contra eventuais "desvios" são moedas correntes,
o fato de que um livro como Contos hediondos venha à
luz é digno de ser celebrado. (André
de Leones, escritor, no Jornal do Brasil) |
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A MALDIÇÃO DO MAGO MARGINAL
Glauco Mattoso
Capa impressa em hotstamping sobre papel com fibra matálica
(Japão)
Formato 14x21cm, 68 páginas, R$30,00 Preço
neste site R$ 20,00
ISBN 859039328 |
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GLAUCO MATTOSO É UM BANHO DE ÁGUA
QUENTE NO LIRISMO DEFUNTO
O soneto, esse eldorado antigo com sua lógica e perfeição,
por onde se aventuraram Dante Alighieri, Francesco Petrarca,
Sá de Miranda, Shakespeare, Baudelaire, entre outros,
é o terreno minado no qual o paulista Glauco Mattoso
cultiva seu linguajar a jato.
Nestes tempos sem quase nenhuma poesia, o soneto ainda respira,
graças à oxigenação que lhe deram
alguns poetas. Como pedra no sapato da chatice crônica,
no caldeirão do Mago Marginal, entre cobras e lagartos,
uma poção trágica espanta o tédio.
(Fabiano Calixto, poeta, O Estado de S. Paulo)
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RESSURGÊNCIA ICAMIABA
Debora Goldemberg
Impressão Digital
Formato 16x23cm, 72 páginas, R$30,00 Preço
neste site R$ 20,00
ISBN 978-859039348-1 |
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Já pensaram para onde foram as
icamiabas se, como dizem os caboclos, não foram mortas
pelos colonizadores? Jamais derrotadas seriam guerreiras de
tão grande coragem. Foram para o fundo do rio. Vivem
até hoje no Rio Tocantins e pelo mundo a fora. Compõem
uma nação original, mestiça de indígenas,
brancos e cetáceos, uma utopia em floresta submersa.
(…) na liminaridade entre as fronteiras da Antropologia e
da Literatura. As imagens tecidas por Deborah permitem antever
uma experiência etnográfica a compor seu relato,
como um desafio, uma motivação para pensar,
um conhecimento que não se fecha – unita multiplex
– que se abre a infinitos diálogos. (…) (Janirza
Cavalcante da Rocha Lima, antropóloga) |
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HISTÓRIA IMPOSSÍVEL
Furio Lonza
Impressão digital
Formato 14x21cm, 64 páginas, R$ 30,00 Preço
neste site R$ 20,00
ISBN 859039323 |
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Uma novela do lendário colaborador
da Chiclete com Banana, autor de quatorze livros, entre eles
Eric com o pé na estrada, Máquina de fazer doidos
e Como enlouquecer seu filho. História impossível
é uma experiência textual de um dos escritores
mais criativos e ácidos de nosso tempo, capaz de conceitos
como este: “Ficou mais difícil criticar a realidade.
Mesmo porque a rapidez com que ela se modifica criou um obstáculo
intransponível. (O futuro foi ontem.) Tocar na realidade
hoje é a mesma coisa que tentar determinar a posição
exata de um elétron no átomo”. (Vanderley
Mendonça, editor e tradutor) |
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| CANCIONEIRO CARIOCA E BRASILEIRO
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Autor: Glauco Mattoso
Formato 14x21cm, 210 páginas, R$ 39,00
ISBN 978-85-7419-891-0 |
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No quinto volume da série "Mattosiana",
o autor inclui quase quatrocentos sonetos dedicados à
música popular brasileira, recapitulando gêneros
populares e estilos individuais que fizeram história,
desde o maxixe pré-radiofônico até o rock
pós-tropicalista, num desfile paródico que vai
do carnaval ao festival e do terreiro ao território. |
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| A LETRA DA LEY |
Autor: Glauco Mattoso
Formato 14x21cm, 144 páginas, R$ 25,00
ISBN 978-85-7419-854-5 |
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Este volume, o quarto da série
"Mattosiana", compreende dois ciclos de sonetos
temáticos.
A primeira parte glosa as aplicações da chamada
"lei de Murphy", tal como fora adaptada à
cultura brasileira na famosa trilogia assinada por Millôr
Fernandes, que se refere a Mattoso nestes termos: "Glauco,
primoroso no que faz, irreverente a ponto de até a
mim me chocar algumas vezes, dono de uma biografia definitivamente
off-record -- marginal, homossexual e cego -- mas perfeita
para consagração intelectual, me desfaz qualquer
dúvida. Eu admiro!"
A segunda parte faz uma releitura da contracultura musical,
verbetando os principais intérpretes e compositores
do gênero mais anárquico e, ao mesmo tempo, mais
comercial da história das artes: o rock. |
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| AS MIL E UMA LÍNGUAS |
Autor: Glauco Mattoso
Formato 14x21cm, 166 páginas, R$ 25,00
ISBN 978-85-7419-804-0 |
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A série "Mattosiana"
reorganiza a obra poética e ficcionista de Glauco Mattoso,
publicando os sonetos e contos inéditos, em volumes
temáticos, e reeditando, paulatinamente, os títulos
esgotados.
Neste terceiro volume, Mattoso inclui quatro
ciclos de sonetos dedicados à língua, e todas
as acepções da palavra: idiomática, dialetal,
coloquial, poética e culinária. Dois dos ciclos
são cronológicos e comemoram tanto a rotineira
agenda do cidadão comum quanto as históricas
datas mortuárias de autores célebres. |
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| A ARANHA PUNK |
Autor: Glauco Mattoso
Formato 14x21cm, 111 páginas, R$ 20,00
ISBN 978-85-7419-766-1 |
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A série "Mattosiana"
reorganiza a obra poética e ficcionista de GM, publicando
os sonetos e contos inéditos, em volumes temáticos,
e reeditanto, paulatinamente, os títulos esgotados.
Neste segundo volume, Mattoso inclui quatro
ciclos de sonetos, os dois primeiros dedicados, respectivamente,
às espécies aracnídeas (ou equivalentes,
em termos de fobia) e ao gênero punk, e os dois últimos
introduzindo personagens humanos e humanóides, como
a gorda e o rato, este em homenagem a Fernando Gonsales, criador
do Níquel Náusea. |
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| FACA CEGA |
Autor: Glauco Mattoso
Formato 14x21cm, 120 páginas, R$ 20,00
ISBN 978-85-7419-735-7 |
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Este volume registra quatro aventuras
poéticas de Glauco Mattoso, duas delas em parceria
com novos talentos de velhos gêneros, tais como Danilo
Cymrot na décima e Leo Pinto no soneto. O ciclo que
dá título ao livro compõe-se de dez sonetos
e conta a história da vítima deficiente que
se converte em herói superdotado, graças à
credulidade do povo e à marginalidade que o cerca.
O segundo ciclo narra uma saga mais extensa, composta de quarenta
sonetos, adiante comentados. Os ciclos terceiro e quarto são
pelejas de Glauco Mattoso, respectivamente com Cymrot e Pinto,
nas quais o duelo entre mestre e discípulos serve de
laboratório à experimentação temática
e formal nesse tradicional pingue-pongue versificado: a “Peleja
de Danilo Cymrot com Glauco Mattoso” (2005) e o“Epistolário
escatológico de Leo Pinto” (2007) são resultado
do diálogo internáutico que Mattoso manteve
com dois de seus alunos numa oficina poética. Na “Peleja”,
as décimas se pautam pela “deixa”, praxe popularizada
pelos cordelistas e cantadores. Já o “Epistolário”,
composto de sonetos, foge ao costume nordestino para remontar
aos jogos barrocos e arcádicos, ainda que contextualizado
na pós-modernidade. |
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DOZE
Contos – vários autores
Capa em cartão Holler impressa em flexografia; montagem
manual
Formato 14x21cm, 96 páginas, R$30,00
ISBN 859039317 |
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Doze contos inéditos em livro
estampado para ser objeto de desejo que guarda o segredo dos
tipógrafos e mostre ao leitor uma reunião de
momentos sublimes na prosa e na poesia de cada um dos seus
autores. (Vanderley Mendonça, editor
e tradutor) |
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OITAVAS
Poesia – vários autores
Capa em cartão Holler impressa em flexografia; montagem
manual
Formato 14x21cm, 108 págs, R$30,00
ISBN 859039318 |
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Uma pequena coletânea que não
representa nenhuma geração, movimento ou escola.
Oito vozes poéticas oscilando de maneira sustentada,
com características bem definidas. Vozes que já
experimentaram o silêncio, como forma, como ilha ou
como sinal, e neste livro propagam seus sons, que não
são só sentido. (Vanderley Mendonça,
editor e tradutor) |
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ACORDADOS
Ana Rüsche
Impresssão digital
Formato 14x21cm, 192 páginas, R$30,00
ISBN 978-859056322-9 |
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O CALEIDOSCÓPIO DE VIDAS DA METRÓPOLE
Há algo de psicotrópico em Acordados, primeiro
romance da poeta paulistana Ana Rüsche [1]. A sensação
de miragem começa antes mesmo da leitura, quando, buscando
pelo título, o leitor passa da imobilidade do corpo
nu retratado na primeira capa, que lhe dá as costas
enquanto contempla as luzes noturnas de uma metrópole,
para o movimento desafiador na quarta capa, que revela o resto
do corpo e facetas de um mesmo rosto num balanço perigoso.
(Marina Della Valle, Le Monde Diplomatique) |
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MINIMA IMMORALIA – DIRTY LIMMERIX
Luiz Roberto Guedes
Capa impressa em hotstamping sobre papel Pliko (Holanda)
Formato 14x21cm, 44 páginas, R$30,00
Preço neste site R$ 20,00
ISBN 859039329 |
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COMER E LIMERICKAR, A QUESTÃO
É COMEÇAR
“Will you come up to Limerick?” – Com este bordão eram
convidados ao palco os anônimos improvisadores que nos
antigos saraus populares espalharam pela Inglaterra a fama
e a febre do limerick. O nome da cidade irlandesa, assim como
o da ilha americana de Nantucket e outros topônimos
pitorescos, tornou-se ingrediente obrigatório nesta
fórmula sintética, hoje tão universal
como o epigrama, o haicai ou a trova. (Glauco Mattoso,
poeta) |
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SORTILÉGIO
Edson Cruz
Capa com impressão digital montada sobre cartão
Holler
Formato 14x21cm, 92 páginas, R$30,00
ISBN 859039322 |
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Sortilégio é um tipo de
feitiçaria, ao qual se é seduzido por uma leitura
entrançada de poesia que se “oriunta” dos esqueletos
de uma língua que é a todo tempo explorada de
encantamento e com maestria. Edson conduz o livro de maneira
tal que por sobre magia, o leitor depara-se “Só” —
o poema inaugural em que se garimpa as escrituras de dentro
— no tempo passado, a ser construído até o “Devir”,
ainda em elaboração, como em circunscrição
poética de altíssima qualidade. (Beatriz
Bajo, poeta) |
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PENA E PLUMA
Sónia Bettencourt
Português/espanhol
Capa com impressão digital montada sobre cartão
Holler
Formato 14x21cm, 52 páginas, R$30,00
ISBN 859039321 |
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No poemário em português
da jovem poeta Sónia Bettencourt Vieira, latem sonhos
e desejos, perguntas e emoções intensas que
se debatem nos labirintos e nas incertezas e buscam a cumplicidade
dos elementos da natureza, com os quais a autora se identifica.
(ESCAPARATE - perso.wanadoo.es) |
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AS MULHERS GOZAM PELO OUVIDO
Sylvio Back
Capa impressa em hotstamping sobre papel com fibra matálica
(Japão)
Formato 14x21cm, 80 páginas, R$30,00
ISBN 859039319-4 |
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O QUE SE PASSA ANTES, DURANTE E DEPOIS
A estréia como poeta do então cineasta foi temporã,
o que permitiu a Paulo Leminski, no prefácio em versos
a O caderno erótico de Sylvio Back (1986), observar
que esta "não era provável/mas era possível".
No novo livro, o poeta desmonstra influências que combinam
as formas sintéticas e minimalistas muito típicas
daquele prefaciador; e ainda apreço pelas diretrizes
da poesia práxis e, em casos mais raros, do concretismo.
Ora fesceninos, ora alusivos, ora puramente pornográficos,
os poemas de Sylvio Back dizem respeito ao encontro entre
homem e mulher: alternam, em versão explícita,
as cantigas d'amor e as cantigas d'amigo, nas quais os galanteios
modulam gritos e sussurros quando na forma de diálogos
(…) (Felipe Fortuna, JB Idéias &
Livros) |
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O ELEMENTO SUBTERRÂNEO
Victor Del Franco
Capa com impressão digital montada sobre cartão
Holler
Formato 14x21cm, 84 páginas, R$30,00
ISBN 859039325 |
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VICTOR DEL FRANCO E A VIAGEM ENTRE O
CÉU E A TERRA
Victor Del Franco transita através de uma construção
simbólica inspirada em valores que, pelo menos no Ocidente,
ganham as conotações sociais de místicos
e religiosos.
Relacionadas em diversas tradições, desde as
religiosas até os conceitos metafísicos, as
formas esféricas são tomadas como símbolos
do mundo espiritual, e as cúbicas, como símbolos
da manifestação material. Entre elas, está
o homem e a sua própria existência, construída
entre o ser e o devir. Aludindo aos símbolos e suas
conotações, Victor também os tematiza
ao longo das páginas. (Antonio Vicente Seraphim
Pietroforte, poeta e professor) |
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PROCESSIONÁRIAS
Luís Serguilha
Impressão digital
Formato 16x23cm, 66 páginas, R$30,00 Preço
neste site R$ 20,00
ISBN 978-859039342-9 |
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(...) a certa altura deste seu Processionárias,
num entre parênteses e com um corpo de letra maior,
uma espécie de grito que abre as linhas para um espaço
vasto, que “(a energia interminável das aparências
é irrefragável na natureza dos terraplenos da
vacuidade)”. É a linha espiralada que monta o termo,
como elemento e como fim, mas também como começo.
Assim, processionárias, o termo, parece ter a ver com
prossecução, com um ato e com um efeito de ir
adiante, com um moto contínuo, com uma esfera cosmogônica,
circular e colérica. E toda cólera é
paradoxal, muitas vezes enquanto se move pode também
não conseguir se mover, mesmo que se elabore para isso.
(Manoel Ricardo de Lima, escritor e professor)
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CORAÇÕES DE ALUGUEL
Márcio Américo
Impresssão offset
Formato 14x21cm, 152 páginas, R$30,00
ISBN 859039330 |
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O LADO ESCURO DA CIDADE
A violência urbana se tornou um dos temas mais explorados
na literatura brasileira das últimas décadas.
Dezenas de autores começaram a produzir contos e romances
onde a realidade respirava e transpirava sangue. Em seu novo
livro, Corações de aluguel, Márcio Américo
se junta a esse grupo. A diferença é que o escritor
londrinense optou em abordar o tema da maneira menos usual:
através do humor. Como em seu romance anterior Meninos
de kichute, Márcio Américo ambienta Corações
de aluguel totalmente em Londrina. A obra é uma espécie
de romance policial narrado pela ótica de um criminoso
sarcástico e irônico. Um sujeito chamado Beto
que ganha a vida vendendo cocaína para estudantes universitários.
(Marcos Losnak, poeta e tradutor, na Folha
de Londrina) |
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CONTAS – MINIMETACONTOS
Roland Azeredo Campos
Impressão digital
Formato 21x30cm, 24 páginas, edição
limitada e pedidos sob consulta
ISBN 859039336-4 |
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DECIFRANDO ROLAND
Roland de Azeredo Campos, físico-matemático,
vem-se dedicando já de algum tempo a explicar e explorar
as relações entre a arte e as ciências
modernas.
Este mesmo livro foi concebido e impresso com procedimentos
de digitalização. Em termos literários,
ele pertence à antitradição dos textos
de alto teor icônico, pouco palmilhada entre nós
— Décio Pignatari e Valêncio Xavier seriam os
seus mais próximos antecessores, o primeiro ainda mais
aparentado a ele pela intencionalidade das articulações
semióticas e pelo domínio do idioma, que Roland
maneja com destreza e concisão machadianas, inseminadas
pelas inovações de Joyce e Guimarães
Rosa. (Augusto de Campos, poeta e tradutor)
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A MUSA CHAPADA
Ademir Assunção e Antonio V. S. Pietroforte
Impressão digital
Formato 16x23cm, 80 páginas, R$30,00
ISBN 978-859039343-6 |
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DESCAMINHOS MESCLADOS AO COTIDIANO DA
CIDADE
Os poemas de Ademir Assunção e Antonio Vicente
Seraphim Pietroforte abrigam uma São Paulo de feições
radicais e intragáveis – é um mundo de sexo,
drogas, morte, prazer, alucinação. São
descaminhos que se mesclam com a vida citadina. São
trabalhos que remetem à geração beat.
Ora líricos, ora irônicos, os poemas têm
alto teor polissêmico, oferecendo ao leitor vários
caminhos interpretativos. A musa desses poetas inspira um
mundo pautado por elementos considerados nada saudáveis
atualmente, os quais podem ser considerados como uma resistência
a uma existência devotada tão-somente à
capacidade de produzir e de consumir. O livro traz ilustrações
de Carlos Carah. (Francisco Quinteiro Pires,
O Estado de S. Paulo) |
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PALAVRA QUASE MURO
Antonio V. S. Pietroforte
Impressão digital em papel reciclado
Formato 14x21cm, 56 páginas, R$30,00
ISBN 978-859039335-6 |
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“EU VI O CORDEIRO DE DEUS CHAPADO”
Antonio Vicente Seraphim Pietroforte não é apenas
um tarado mental (todo escritor é, em certo sentido).
O que quero dizer é que sua poesia, “desejo explícito”,
recusa divisões, cristãs ou platônicas,
mente e corpo, universidade e rua, centauros e sonetos, Augusto
de Campos e Roberto Piva, Cristo e Agni Tara, vedas e novenas.
Como se num sex shop da sintaxe, Vicente corporifica sua busca
– e esse é o ponto – sexualizando a linguagem, fuçando
com a escrita os decotes de tudo, Teseu e Minotauro no espelho
um do outro. (Marcelo Montenegro, poeta)
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FOMES DE FORMAS
Poesia – vários autores
Impressão Digital
Formato 14x21cm, 112 páginas, R$30,00
ISBN 978-859039337-5 |
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IT´S A MAN´S WORD
Universo que de certa forma se revela ao longo da leitura,
em samplers e imagens: gols, balas, michês, tygres,
quintal, cachaça, coturnos, beco, batucada, corvo,
berimbau, travestis, nabokov, dj, blow job, cretinos, vampiros,
pivetes, caboclos, bêbados, enxadristas, pôquer,
buster keaton, taxistas. Imagens estas mescladas e metamorfoseadas
na escrita dos oito autores entre sensações,
temáticas, subjetividades e formas distintas. As Fomes
de formas, título desta antologia, representam uma
crise pós-moderna de um século maciçamente
bombardeado pelas imagens. Como afinar a escrita e a forma
nesta época intensamente visual? É preciso audácia,
que não falta a estes oito autores, e instinto. Saber
apostar bem, com inteligência e estratégia, como
no jogo. (Virna Teixeira, poeta e tradutora)
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CONCRETOS & DELIRANTES
Antonio V. S. Pietroforte
Impressão Digital
Formato 14x21cm, 48 páginas, R$30,00
ISBN 978-859039336-8 |
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Antonio Vicente Seraphim Pietroforte.
Um sugamusas atrás do verso, que ele encontraça
mesmo em suausência. Sexyência que só aprendensina
quem apreende a sina.
E aqui, a pop-prosa é bailarina. Balé de leros,
esgrima de rimas, este é um livrelivro replexo de faloácias,
dedicantigas, concretitudes delirantes e deliramentos concretos.
Um livrolivre de vivaias aplausíveis em que absinto
declarasons de tesamores e protuberânsias de reverbos.
Dupladose corpoética em livrovivo, que letrasua pelos
paporos e falexala.
Abracadabra suas alas. Suas salas. Fale comele fala. Recebessa
bala. (Marcelo Sahea, poeta) |
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LIVRO UNIVERSAL
Hector Hernández Montesinos
Tradução Virna Teixeira e Vanderley Mendonça
Impressão Digital
Formato 12,5x19cm, 116 páginas, R$30,00
ISBN 978-859039338-2 |
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“Já disse, faria copy/paste do
que fosse interessante, e além do mais este é
de um amigo que estimo”, escreveu o poeta Raúl Zurita,
sobre o livro Coma, de Héctor Hernández Montecinos,
coletânea de vários outros livros e no qual contas
este Livro universal. Ainda, segundo o grande poeta chileno
conhecido por suas “interferências poéticas”,
“esta não é uma obra individual, mas uma obra
coletiva que representa a agonia de uma geração.
É um buraco negro que succiona todos os textos que
orbitam as proximidades do campo gravitacional do seu autor,
tragando gêneros, disciplinas artísticas, campos
textuais. Comas (palavra com duplo sentido, em espanhol, que
significa coma e vírgula) morrem para que vivam as
novas escrituras. (Vanderley Mendonça,
editor e tradutor) |
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DESCONCERTOS
Claudinei Vieira
Impressão Digital
Formato 16x23cm, 92 páginas, R$30,00
ISBN 978-859039341-2 |
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(…) os contos de Claudinei inventariam
o cotidiano sul-americano neste fim de século marcado
pela exclusão, o cotidiano mais pedestre e brasileiro
no qual supostamente ninguém parece interessado. A
começar dele próprio e de seus personagens.
Assim é que com uma linguagem desprovida de emoção,
uma linguagem fria — dos inventários, dos relatórios,
onde não faltam cifras, números, estatísticas
— o narrador se aproxima dos seus temas e personagens com
um olhar paradoxalmente compassivo, humano, solidário,
e este é o grande achado literário de Claudinei
Vieira: a combinação da linguagem fria à
visada quente, mixando imprevistamente objetividade e compaixão.
Razão e sensibilidade. Pelas artes e manhas de uma
poética extremamente original. (Márcia
Denser, escritora)
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SARABANDA
Ana Rüsche
Impressão digital
Formato 14x21cm, 64 páginas, R$30,00
Preço neste site R$ 20,00
ISBN 859039320 |
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(…) Outro dia, falava com um amigo que
certa poesia feita hoje em dia está bonita demais,
mas de uma boniteza que enjoa, como se estivéssemos
diante de um tanto de ovos de Fabergé. Claro que são
bonitas, quem sou eu pra dizer o contrário? Mas falta-lhes
um pouco de imperfeição, um pouco de acaso,
um pouco de acidente. Sua poesia pode ser tachada de qualquer
coisa, menos de ser artesanato (“meninas” fazem bordado, tricô,
patchworking com palavras...). Não estou fazendo nenhum
elogio ao confessional, ao espontâneo, à preguiça,
de modo algum, apenas acredito que somos imperfeitos demais
para buscar tanto equilíbrio e tanta harmonia; mestiços
demais para procurar tanta pureza (…) (Paulo Ferraz,
poeta) |
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NADA É MESQUINHO, O ESCAMBAU
Joan Salvat-Papasseit
Catalão/português
Tradução Ronald Polito e Josep Domènech
Ponsatí
Impressão digital
Formato 16x23cm, 68 páginas, R$30,00
Preço neste site R$ 20,00
ISBN 978-859039347-4 |
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No começo do Séc. XX, em
Barcelona, uma geração de poetas, artistas gráficos
e escritores criaram o Noucentisme, um movimento que protagonizou
a vanguarda na Catalunha. Eco dos dados de Mallarmé,
o Noucentisme recria em catalão inicialmente o que
ia sucedendo em Paris, Milão, Madrid e Zurique (vale
dizer, Futurismo/Marinetti, Dadaísmo/Tzara). Posteriormente,
toma um rumo próprio, quando Joan Salvat-Papasseit
se auto-intitula Poetavanguardistacatalá, tornando-se
o primeiro a traduzir os Calligrammmes, de Apollinaire. Papasseit
morreu com apenas 30, em 1924, de tuberculose. Um cometa que
fez brilhar sua tragetória fulminante num ambiente
que deu ao mundo nomes como Dali, Miró, Gaudi, só
para citar alguns. (Vanderley Mendonça,
editor e tradutor) |
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FEIRA DE RELÂMPAGOS
J. V. FOIX
Catalão/português
Tradução Ronald Polito e Josep Domènech
Ponsatí
Impressão digital
Formato 16x23cm, 58 páginas, distribuição
gratuita (acompanha o livro de Joan Salvat-Papasseit) |
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Josep Vicenç Foix, poeta central,
ao lado de Salvat-Papasseit, da vanguarda catalã dos
anos 1920. Nasceu em 1894 e morreu com 94 anos, em 1987, tendo
sido presença constante na literatura catalã
por mais de meio século.
Os poemas aqui traduzidos pertencem a seis livros de Foix,
cobrindo o período que vai de 1927 (quando publica
sua primeira obra) a 1960. Com formas tão diferentes,
procuram apresentar sua diversidade criativa, que foi capaz
de um diálogo fecundo e independente com diversas vanguardas
– o cubismo, o futurismo, o dadaísmo e o surrealismo
– de seu tempo. (Ronald Polito, poeta, tradutor
e professor) |
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COR DA LÁPIDE
Isolde Bosak
Impressão digital
Formato 16x23cm, 72 páginas, R$30,00
ISBN 978-85903934X-X |
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“Há poesia de quem só escreve
poesia. Há poesia de quem faz outras coisas (outras
artes) e vê na escrita mais um elemento para arquitetar
o móbile por onde cintilarão as pretensões
inevitáveis de (sua) personalidade artística.
Como leitor sei bem: há poemas que vêm colados
na persona de seu criador”. (Paulo Scott,
poeta e escritor) |
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