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| ARANHA PUNK, A |
Autor: Glauco Mattoso
Formato 16x23cm, 122 páginas
ISBN 978-85-631-9809-9
DE R$ 40,00
Preço
neste site R$ 30,00 |
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A série "Mattosiana"
reorganiza a obra poética e ficcionista de GM, publicando
os sonetos e contos inéditos, em volumes temáticos,
e reeditanto, paulatinamente, os títulos esgotados.
Neste segundo volume, Mattoso inclui quatro
ciclos de sonetos, os dois primeiros dedicados, respectivamente,
às espécies aracnídeas (ou equivalentes,
em termos de fobia) e ao gênero punk, e os dois últimos
introduzindo personagens humanos e humanóides, como
a gorda e o rato, este em homenagem a Fernando Gonsales, criador
do Níquel Náusea. |
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| AZUL... |
Autor: Rubén Dario
Tradução: Marcelo Barbão
Formato 16X23cm, 140 páginas
DE R$ 48,00
Preço
neste site R$ 38,00
ISBN 978-85-631-9802-X |
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O nicaraguense Rubén Darío (1867-1916) é algo mais que um autor de grande destaque na literatura em língua espanhola: à força de leituras sucessivas, seu nome passou a designar um evento fundamental das letras hispano-americanas, e não raro se confunde, como alguns críticos têm observado, com o do próprio movimento artístico que tem em AZUL... (1888) seu livro-símbolo — o modernismo. Para Octavio Paz, “O lugar de Darío é central [...], um ponto de partida ou de chegada.
[...] Ser ou não ser como ele: de ambas as maneiras Darío está presente no espírito dos poetas contemporâneos. É o fundador”.
Em AZUL..., tudo se organiza em nome de uma escritura artística, na expressão dos irmãos Goncourt: uma prosa de arte, afastada o quanto possível da linguagem jornalística que as demandas comerciais iam estabelecendo como o papel-moeda da comunicação escrita; e, no caso de Darío, afastada também dos clichês de um idioma anquilosado pela repetição servil de sua idade de ouro. Para Octavio Paz, a literatura em espanhol “tinha os músculos enrijecidos à força de solenidade e patetismo; com Rubén Darío o idioma se lança a andar”.
Pode ser que, em relação aos contos de AZUL..., o verbo “andar” soe curioso. Recorde-se a analogia de Paul Valéry: “andar” está para a prosa como “dançar” para a poesia. Pois bem; pode-se dizer que a prosa de AZUL... quase sempre dança, e muitas vezes não anda. |
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| BIBLIOTECA MATTOSIANA |
Autor: Glauco Mattoso
DE R$ 350,00
Preço
neste site R$ 280,00 |
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Caixa com 10 volumes em capa dura
Faca cega
Aranha punk, A
Mil e uma línguas, As
Letra da lei, A
Cancioneiro carioca e o brasileiro
Malcriados recriados: sonetário sanitário
Cinco ciclos e meio século
Poeta da crueldade, O
Poeta pornosiano, O
Poemidia e sonetrilha
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| BIBLIOTECA UNIVERSAL DEMÔNIO NEGRO - TOMO I |
DE R$ 290,00
Preço
neste site R$ 199,00 |
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Caixa com 8 volumes em capa dura
O Guesa
Pedra de Sol
99 Poemas
Ravenalas
Greguerías
Contos Hediondos
Neo-Poemas-Pagãos
Azul...
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| CAMINHO PARA CASA |
Autor: Jindřich Štreit e Václav Hlaváček
Formato 23x28 cm, 150 páginas
ISBN 978-85-631-9818-1
DE R$ 200,00
Preço
neste site R$ 150,00 |
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Caminho para casa é um livro poético em vários sentidos. As delicadas fotografias de Jindřich Štreit – conhecido no mundo inteiro por sua sensibilidade em captar a profunda essência das pessoas que retrata – são acompanhadas por “textos-poesia” de seu admirador e colega, o reconhecido arquiteto Václav Hlaváček. As fotos e os comentários giram em torno de reminiscências da infância, da casa e da vinda no campo marcado pela presença do socialismo real. |
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| CANCIONEIRO CARIOCA E BRASILEIRO |
Autor: Glauco Mattoso
Série Mattosiana - Vol. 05
Formato 16x23cm, 212 páginas
ISBN 978-85-631-9812-9
DE R$ 40,00
Preço
neste site R$ 30,00 |
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No quinto volume da série "Mattosiana",
o autor inclui quase quatrocentos sonetos dedicados à
música popular brasileira, recapitulando gêneros
populares e estilos individuais que fizeram história,
desde o maxixe pré-radiofônico até o rock
pós-tropicalista, num desfile paródico que vai
do carnaval ao festival e do terreiro ao território. |
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| CINCO CICLOS E MEIO SÉCULO |
Autor: Glauco Mattoso
Série Mattosiana – Vol. 07
Formato 16x23cm, 118 páginas
ISBN 978-85-631-9814-3
DE R$ 40,00
Preço
neste site R$ 30,00 |
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No sétimo volume da série "Mattosiana", o autor inclui seis ciclos de sonetos dedicados a temas diversos: uma cadelinha de estimação, uma cativante mulher gorducha, um mapeamento cultural do mundo, um bandido lendário, um cego asiático e o próprio Mattoso, recapitulando seu cinquentenário bibliográfico. Dentre milhares de sonetos, o poeta enfeixa alguns que, narrativa ou recorrentemente, se encadeiam, como ocorre em outros de seus livros. |
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CONTOS HEDIONDOS
Autor: Glauco Mattoso
Impressão digital
Formato 16x23cm, 96 páginas, R$30,00
ISBN 978-859039346-7
DE R$ 30,00
Preço
neste site R$ 20,00 |
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A POSSIBILIDADE DO CHOQUE : GLAUCO MATTOSO
OBLITERA A BANALIZAÇÃO DA VIOLÊNCIA
Em parte do meio literário brasileiro, composto por
ex-monges, freiras e futuros(as) virgens, um livro como Contos
hediondos, de Glauco Mattoso, será visto como injurioso,
apelativo, nojento, “geração 90” e infame. Mas
a verdade é outra: levando-se em conta que existem
basicamente dois tipos de literatura, a boa e a ruim, que
importa não apenas o que é narrado, mas sobretudo
como é narrado, e que a cretinice e o patrulhamento
contra eventuais "desvios" são moedas correntes,
o fato de que um livro como Contos hediondos venha à
luz é digno de ser celebrado. (André
de Leones, escritor, no Jornal do Brasil) |
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| FACA CEGA |
Autor: Glauco Mattoso
Série Mattosiana – Vol. 01
Formato 16x23cm, 130 páginas
ISBN 978-85-631-9808-2
DE R$ 40,00
Preço
neste site R$ 30,00 |
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Este volume registra quatro aventuras
poéticas de Glauco Mattoso, duas delas em parceria
com novos talentos de velhos gêneros, tais como Danilo
Cymrot na décima e Leo Pinto no soneto. O ciclo que
dá título ao livro compõe-se de dez sonetos
e conta a história da vítima deficiente que
se converte em herói superdotado, graças à
credulidade do povo e à marginalidade que o cerca.
O segundo ciclo narra uma saga mais extensa, composta de quarenta
sonetos, adiante comentados. Os ciclos terceiro e quarto são
pelejas de Glauco Mattoso, respectivamente com Cymrot e Pinto,
nas quais o duelo entre mestre e discípulos serve de
laboratório à experimentação temática
e formal nesse tradicional pingue-pongue versificado: a “Peleja
de Danilo Cymrot com Glauco Mattoso” (2005) e o“Epistolário
escatológico de Leo Pinto” (2007) são resultado
do diálogo internáutico que Mattoso manteve
com dois de seus alunos numa oficina poética. Na “Peleja”,
as décimas se pautam pela “deixa”, praxe popularizada
pelos cordelistas e cantadores. Já o “Epistolário”,
composto de sonetos, foge ao costume nordestino para remontar
aos jogos barrocos e arcádicos, ainda que contextualizado
na pós-modernidade. |
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| GREGUERÍAS |
Autor: Ramón Goméz de la Serra
Tradução: Vanderley Mendonça
Formato 16x23cm, 162 páginas - Capa Dura
DE R$ 45,00
Preço
neste site R$ 35,00
ISBN 978-85-631-9801-3 |
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GREGUERÍA = METÁFORA + HUMOR
GRUEGUERÍAS é a obra de uma vida. Como dizia o seu inventor, RAMÓN GÓMEZ DE LA SERNA (Madri, 1888 - Buenos Aires,1963): “são apenas exclamações fatais das coisas e da alma ao tropeçarem entre si por puro acaso”. Mas o que são greguerías? “Quando encontrei o gênero, dei-me conta que tinha de procurar uma palavra que não fosse artificial nem demasiado utilizada. Meti a mão no saco das palavras e ao acaso, que deve ser o melhor padrinho dos achados, tirei uma bola... Era greguería, ainda no singular; mas eu plantei essa bola e tive um jardim de greguerías. Fiquei com a palavra pela sua sonoridade, mas também pelo que esconde no mistério do seu sexo. Greguería, algaravia, gritaria confusa (nos dicionários antigos significava a gritaria que fazem os leitões atrás da mãe). O que gritam os seres confusamente, o que gritam as coisas”.
Ramón, como gostava de ser chamado, escreveu mais de cem livros. Participou das vanguardas literárias madrilenhas do princípio do século XX, mas deixou a cidade no início da Guerra Civil, em 1936.
Escreveu especialmente “biografias”, nas quais o personagem resenhado era uma desculpa para criação de anedotas verdadeiras e inventadas. No teatro, o melhor expoente de sua estética inovadora é “Los medios seres” (1929), de influência surrealista. No livro “El Rastro” (1914), la Serna encontrou uma forma de renovar o “costumismo” madrilenho, o madrilenhismo castiço, onde objetos infortunados e abandonados eram salvos por uma invocação lírica. Da extensa obra literária de GÓMEZ DE LA SERNA destacamos ainda Tapice (prosa, 1912, com o pseudônimo de Tristán); Senos (prosa, 1917); Ramonismo (1923); El secreto del acueducto (novela, 1923); Gollerías (1926); Seis falsas novelas (1927); La Nardo (novela, 1930), Explicación de Buenos Aires (ensaios, 1948), Automoribundia 1888-1948 (autobiografia, 1948) e as biografias de Goya (1928), El Greco (1935), Don Ramón María del Valle-Inclán (1944), Oscar Wilde (1944), Edgar Allan Poe (1953) e Francisco de Quevedo (1953).
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GUESA, O
Autor: Joaquim Sousândrade
Prefácio de Augusto de Campos
Capa-dura com impressão tipográfica sobre tecido
alemão feita pelo editor
382 páginas
DE R$ 75,00
Preço
neste site R$ 60,00 |
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Esta edição especial de O Guesa recoloca em circulação
o poema capital do autor maranhense Joaquim de Souza Andrade,
Sousândrade (1832-1902), numa edição para
colecionadores. Pela primeira vez, desde a última impressão
inglesa no fim do séc. XIX, este livro é recomposto
e impresso em edição não fac. similar,
mantendo-se a ortografia da época, num projeto gráfico
que recupera a estética oitocentista.
O Guesa é “poema exílio. Um deserto onde o poeta
é um eterno errante, um estrangeiro em sua própria
língua, onde a representação não
é mais possível e o que resta é a fragmentação
multidiomática, os urros, balbucios, cacofonias, choros,
gritos e inversões. Um périplo de dissonâncias,
de ruptura, de desvio, enfim, de combate com a língua
dentro da própria língua”, afirma Ana
Carolina Cernicchiaro, no Anuário de Literatura
(Florianópolis, 2007)
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HISTÓRIA IMPOSSÍVEL
Autor: Furio Lonza
Impressão digital
Formato 14x21cm, 64 páginas
DE R$ 35,00
Preço
neste site R$ 25,00
ISBN 859039323 |
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Uma novela do lendário colaborador
da Chiclete com Banana, autor de quatorze livros, entre eles
Eric com o pé na estrada, Máquina de fazer doidos
e Como enlouquecer seu filho. História impossível
é uma experiência textual de um dos escritores
mais criativos e ácidos de nosso tempo, capaz de conceitos
como este: “Ficou mais difícil criticar a realidade.
Mesmo porque a rapidez com que ela se modifica criou um obstáculo
intransponível. (O futuro foi ontem.) Tocar na realidade
hoje é a mesma coisa que tentar determinar a posição
exata de um elétron no átomo”. (Vanderley
Mendonça, editor e tradutor) |
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| LETRA DA LEI, A |
Autor: Glauco Mattoso
Série Mattosiana – Vol. 04
Formato 16x23cm, 144 páginas
ISBN 978-85-631-9811-2
DE R$ 40,00
Preço
neste site R$ 30,00 |
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Este volume, o quarto da série
"Mattosiana", compreende dois ciclos de sonetos
temáticos.
A primeira parte glosa as aplicações da chamada
"lei de Murphy", tal como fora adaptada à
cultura brasileira na famosa trilogia assinada por Millôr
Fernandes, que se refere a Mattoso nestes termos: "Glauco,
primoroso no que faz, irreverente a ponto de até a
mim me chocar algumas vezes, dono de uma biografia definitivamente
off-record -- marginal, homossexual e cego -- mas perfeita
para consagração intelectual, me desfaz qualquer
dúvida. Eu admiro!"
A segunda parte faz uma releitura da contracultura musical,
verbetando os principais intérpretes e compositores
do gênero mais anárquico e, ao mesmo tempo, mais
comercial da história das artes: o rock. |
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| LUSTRA |
Ezra Pound – Tradução de Dirceu Villa
Formato 16X23cm, 362 páginas
ISBN 978-85-631-9807-5
DE R$ 80,00
Preço
neste site R$ 65,00 |
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LUSTRA (1916), de Ezra Pound (1885-1972), é o primeiro livro na longa carreira do poeta estadunidense, um dos maiores do século XX, a apresentá-lo como poeta moderno: inclui suas primeiras incursões pela poesia oriental; alguns poemas mais longos, precursores da linguagem dos Cantos; parte de suas personae, isto é, o modo peculiar de incorporar textos alheios à própria poesia; e poemas representativos das duas breves vanguardas inglesas, o imagismo e o vorticismo, das quais Pound foi o idealizador e um dos principais articuladores.
Também por isso foi o primeiro livro de Pound (que havia publicado antes 6 livros autorais, além de Cathay, livro de traduções do chinês) a receber críticas muito negativas, que iam desde ataques ao verso — que as resenhas deploraram por não perceber mais ligações com as formas fixas utilizadas com virtuo¬sismo por Pound no passado —, até a desqualificação de sua poesia, que teria então se tornado apenas um gestual de desafio. Da mesma forma, sua casa impressora inglesa se negou a publicar parte dos poemas, considerados obscenos. |
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MALCRIADOS RECRIADOS SONETÁRIO SANITÁRIO
Malcriados recriados: sonetário sanitário
Autor: Glauco Mattoso
Série Mattosiana – Vol. 06
Formato 16x23cm, 162 páginas
ISBN 978-85-631-9813-6
DE R$ 40,00
Preço
neste site R$ 30,00 |
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No sexto volume da série “Mattosiana”,
o autor inclui centenas de seus mais escatológicos
sonetos, dentre os quais quarenta e um livremente traduzidos
do fescenino poeta dialetal italiano Giuseppe Belli, porém
mantendo o rigor métrico e rítmico. Desmistificando
os tabus higiênicos e desafiando os limites da repugnância
e da náusea, o “poeta da crueldade” questiona a hipocrisia
humana, que, por trás das convenções
do asseio e da assepsia, mascara as grandes mazelas da suposta
civilização. |
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MALDICAO DO MAGO MARGINAL, A
Autor: Glauco Mattoso
Formato 14x21cm, 68 páginas
ISBN 859039328
DE R$ 30,00
Preço
neste site R$ 20,00 |
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GLAUCO MATTOSO É UM BANHO DE ÁGUA
QUENTE NO LIRISMO DEFUNTO
O soneto, esse eldorado antigo com sua lógica e perfeição,
por onde se aventuraram Dante Alighieri, Francesco Petrarca,
Sá de Miranda, Shakespeare, Baudelaire, entre outros,
é o terreno minado no qual o paulista Glauco Mattoso
cultiva seu linguajar a jato.
Nestes tempos sem quase nenhuma poesia, o soneto ainda respira,
graças à oxigenação que lhe deram
alguns poetas. Como pedra no sapato da chatice crônica,
no caldeirão do Mago Marginal, entre cobras e lagartos,
uma poção trágica espanta o tédio.
(Fabiano Calixto, poeta, O Estado de S. Paulo) |
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| MIL E UMA LÍNGUAS, AS |
Autor: Glauco Mattoso
Série Mattosiana – Vol. 03
Formato 16x23cm, 168 páginas
ISBN 978-85-631-9810-5
DE R$ 40,00
Preço
neste site R$ 30,00 |
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A série "Mattosiana"
reorganiza a obra poética e ficcionista de Glauco Mattoso,
publicando os sonetos e contos inéditos, em volumes
temáticos, e reeditando, paulatinamente, os títulos
esgotados.
Neste terceiro volume, Mattoso inclui quatro
ciclos de sonetos dedicados à língua, e todas
as acepções da palavra: idiomática, dialetal,
coloquial, poética e culinária. Dois dos ciclos
são cronológicos e comemoram tanto a rotineira
agenda do cidadão comum quanto as históricas
datas mortuárias de autores célebres. |
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MINIMA IMMORALIA
Autor: Luiz Roberto Guedes
Capa impressa em hotstamping sobre papel Pliko (Holanda)
Formato 14x21cm, 44 páginas
DE R$ 30,00
Preço neste site R$ 20,00
ISBN 859039329 |
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COMER E LIMERICKAR, A QUESTÃO
É COMEÇAR
“Will you come up to Limerick?” – Com este bordão eram
convidados ao palco os anônimos improvisadores que nos
antigos saraus populares espalharam pela Inglaterra a fama
e a febre do limerick. O nome da cidade irlandesa, assim como
o da ilha americana de Nantucket e outros topônimos
pitorescos, tornou-se ingrediente obrigatório nesta
fórmula sintética, hoje tão universal
como o epigrama, o haicai ou a trova. (Glauco Mattoso,
poeta) |
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NEO-POEMAS-PAGÃOS
Autor: Ernesto Manuel de Melo e Castro
Formato 16X23cm, 156 páginas
ISBN 978-85-631-9803-7
DE R$ 50,00
Preço neste site R$ 40,00 |
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Este livro de poemas, escritos descontinuadamente entre 2003 e 2010, em Lisboa, Porto, Algarve e São Paulo, organiza-se em duas partes de sete capítulos irregulares cada, em torno de um núcleo central constituído apenas por um pequeno soneto duplo, por isso chamado NUCLEAR. O livro todo constitui um livro-objecto reminiscente da Labris cretense, ou de Janus (bifronte), entidade da mitologia romana, ou de imagens espetaculares produzidas por meios ópticos ou fractais, a fita de Moebius, a curva de Lorenz, de que uma versão 3D se encontra como ícone na capa.
Este livro propõe-se portanto, como um objecto complexo que, por processos puramente mecânicos, apela para uma virtualização complementar das estruturas létricas e imagéticas que o constituem, ao mesmo tempo subvertendo os hábitos de leitura e manuseamento do livro.
Do prefácio de E. M. de Melo e Castro
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PEDRA DE SOL
Autor: Octavio Paz
Tradução Horácio Costa
86 páginas
DE R$ 45,00
Preço neste site R$ 35,00 |
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PIEDRA DE SOL constitui um dos textos
centrais da produção poética paziana.
Escrito durante alguns meses no ano de 1957, no México,
o texto revela um ambicioso projeto poético-estético
de Octavio Paz, excepcionalmente bem-sucedido, fruto de sua
maturidade como homem e como poeta.
À imagem e semelhança de um calendário
– a gigantesca “Piedra de Sol”, estela-calendário da
civilização asteca, um dos mais importantes
monumentos que guarda o Museu de Antropologia da Cidade do
México -, cuja ideia mesma pressupõe a repetição
e cuja função é organizar num continuum
mensurável pelo homem o devir temporal, o poema volta-se
sobre si próprio e conjuga-se cíclica e infinitamente.
Octavio Paz Lozano, (1914-1998), nasceu e morreu na Cidade
do México. Viveu a infância nos Estados Unidos,
morou na Espanha, em Paris, onde testemunhou e viveu o movimento
surrealista, e também no Japão e Índia,
como diplomata. Entre suas obras destacam-se Libertad bajo
palabra (1949), El Arco y la Lira (1956), Blanco (1967),
El mono gramático (1974), La Otra Voz (1990). Traduziu
Matsuo Basho e Fernando Pessoa. Recebeu o Nobel de Literatura
de 1990.
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POEMIDIA E SONETRILHA
Autor: Glauco Mattoso
Série Mattosiana - Vol. 10
Formato 16x23cm, 124 páginas
ISBN 978-85-631-9817-4
DE R$ 40,00
Preço neste site R$ 30,00 |
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Este décimo volume da serie "Mattosiana", compreende seis ciclos de sonetos, tematizando os meios de comunicação, os veículos de informação e as artes audiovisuais. O poeta cego ironiza a comunicabilidade na era da informática como quem não vê para descrer. Do cinema à televisão, da propaganda política às escolas filosóficas, Mattoso passa em revista os usos e abusos da civilização globalizada.
Glauco Mattoso, paulistano de 1951, é um dos mais radicais representantes da ficção erótica e da poesia fescenina em língua portuguesa, descendente direto de Gregório, Bocage e, em prosa, de Sade e Masoch.
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POEMÓBILES
Autor: Augusto de Campos e Julio Plaza
Caixa com 12 poemóbiles
ISBN: 978-85-631-9804-4
DE R$ 120,00
Preço neste site R$ 90,00 |
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No Brasil, a experiência de livros-objeto nasce nitidamente do encontro entre poetas e artistas visuais nos períodos Concreto e Neoconcreto (final dos anos 50 e começo dos anos 60). A poesia concreta foi fundamental para sublinhar aspectos formais e sonoros das palavras, fazendo com que se descolassem da sintaxe tradicional, inventando uma outra sintaxe poética-visual para o texto. Como desdobramento das ideias desse período, os livros-objeto de Augusto de Campos e Julio Plaza são excelentes exemplos.
Objetos-poemas tridimensionais que se moviam à manipulação, POEMÓBILES é o resultado de uma parceria — das mais inovadoras e de fundamental importância para as artes gráficas e suas relações com a poesia no Brasil — entre o poeta Augusto de Campos e o artista e teórico Julio Plaza.
AUGUSTO DE CAMPOS (São Paulo, 1931) é poeta, tradutor, ensaísta e um dos criadores da poesia concreta. Sua principal produção poética está reunida em VIVA VAIA (1979), DESPOESIA (1994), NÃO (2003). Em colaboração com Julio Plaza publicou também CAIXA PRETA (1975), REDUCHAMP (1976/2009).
JULIO PLAZA (Madrid, 1938 - São Paulo, 2003), artista multimédia, pesquisador de meios eletrônicos, exposições em diversos países autor de livros de artista, pesquisado/ em tradução intersemiótica. Autor de JULIO PLAZA-OBJETOS (1969), POÉTICA-POLÍTICA (1976), ARTE E VIDEOTEXTO (XVII bienal de São Paulo), V-IDEOGRAFIA EM VIDEOTEXTO (1983) sobre tradução intersemiótica (1985).
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POESIA & TEATRO
Autor: Václav Havel
Formato 16X23 cm, 298 páginas
ISBN: 978-85-631-9805-1
DE R$ 75,00
Preço neste site R$ 56,00 |
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| Václav Havel é conhecido internacionalmente não só como uma excepcional personalidade humanista e ex-presidente da República Tcheca, mas também como importante dramaturgo. Pela primeira vez no Brasil seus textos são apresentados com tradução feita diretamente do tcheco, o que possibilitou o cuidado de se preservar as sutilezas dos originais. No intuito de mostrar diferentes momentos e aspectos da obra de Havel, este livro traz duas peças e uma surpreendente coletânea de sua poesia concreta. Confraternização de Jardim é o primeiro drama individual do jovem Václav, de 1963, com excelente trabalho com linguagem e situações absurdas, porém significativas. Largo Desolato, por sua vez, foi escrito 21 anos depois e apresenta uma forte tensão existencial cujo fundo é a situação política do país. Já a coletânea Anticódigos é uma obra pouco conhecida até mesmo na República Tcheca, porém de excelente qualidade, com poemas lúdicos e profundos ao mesmo tempo. |
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POETA DA CRUELDADE, O
Autor: Glauco Mattoso
Série Mattosiana - Vol. 08
Formato 16x23cm, 144 páginas
ISBN 978-85-631-9815-0
DE R$ 40,00
Preço neste site R$ 30,00 |
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No oitavo volume da serie "Mattosiana", o autor inclui centenas de seus mais impiedosos sonetos, cuja temática "deshumanista" desconstrói os supostos progressos materiais e sociais da civilização globalizada e desmistifica as liberdades, liberalidades e libertinagens nas relações públicas ou privadas.
Glauco Mattoso, paulistano de 1951, é um dos mais radicais representantes da ficção erótica e da poesia fescenina em língua portuguesa, descendente direto de Gregório, Bocage e, em prosa, de Sade e Masoch.
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POETA PORNOSIANO, O
Autor: Glauco Mattoso
Série Mattosiana - Vol. 09
Formato 16x23cm, 168 páginas
ISBN 978-85-631-9816-7
DE R$ 40,00
Preço neste site R$ 30,00 |
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Este volume, o nono da serie "Mattosiana", compreende nove ciclos de sonetos temáticos, cujo teor fescenino ou francamente erótico faz jus àquilo que o próprio Mattoso conceitua como "pornosianismo": o apuro formal como suporte do impuro conteudo, ou, por outras palavras, a carnavalização do soneto camoneano, lapidado na forma e dilapidado no fundo. O sadomasoquismo homo ou heterosexual, a escatologia física ou metafísica, o fetichismo podolatra, extensivo ao futebol, a teologia profana e a filosofia alcoviteira são temas devassados pelo poeta devasso.
Glauco Mattoso, paulistano de 1951, é um dos mais radicais representantes da ficção erótica e da poesia fescenina em língua portuguesa, descendente direto de Gregório, Bocage e, em prosa, de Sade e Masoch.
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RAVENALAS
Autor: Horácio Costa
Impressão digital
Formato 16x23cm, 148 páginas
DE R$ 45,00
Preço
neste site R$ 35,00
ISBN 978-859039339-9 |
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Narratividade e reflexão sobre
a história são duas tônicas pouco freqüentes
na poesia brasileira contemporânea. São dominantes,
porém, na obra de Horácio Costa — que, por conta
disso, vem se constituindo numa voz singular da poesia atual.
Num autor complexo como Horácio Costa, no entanto,
não há mímese direta da realidade (ou
seja, ele não representa coisas e seres, mas os reapresenta
numa nova ordem).
E aquilo que é opaco se oferece em enigma, por força
de uma linguagem que vai passando quase instantaneamente do
elegíaco para o escatológico, do erudito para
o chulo.
Autor de poesias que dialogam com a tradição
latino-americana do poema longo (presente nos versos caudalosos
de "Poema Nímio"), Horácio Costa vai
construindo uma mitologia particular, em que Caravaggio e
Rimbaud rimam com Carmen Miranda e Rita Hayworth. (Manuel
da Costa Pinto, colunista da Folha de S. Paulo) |
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REDUCHAMP
Autores: Augusto de Campos & Julio Plaza
70 páginas
DE R$ 40,00
Preço
neste site R$ 30,00
ISBN: 978-85-7419-960-3 |
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REDUCHAMP é um poema-ensaio, num livro-poema em que Augusto de Campos reinventa a crítica da arte. Ilustrado com iconogramas do artista e teórico Julio Plaza, os autores expõem em imagens e versos, pura prosa porosa, a poética de Marcel Duchamp.Lançado em 1976, numa edição dos autores, o livro é resultado de uma parceria das mais inovadoras e de fundamental importância para as artes gráficas e suas relações com a poesia no Brasil, que se iniciou com POEMÓBILES (1974, reeditado em 1985) e CAIXA PRETA (1975). Duchamp é um iniciador. Ele já estava lá, antes, profanando o que era considerado estético, transformando um gesto filosófico em obra de arte:
” (...) sexhumor mick jagger caetano veloso alice cooper? / duchamp já estava lá / em 1921 pousou pintado e maquilado como RROSE SÉLAVY / para a câmara de man Ray / foto-base de uma colagem usada como rótulo / do perfume-ready-made / BELLE-HALEINE-EAU DE VOILETTE / (alteração de BELLE HELÈNE-EAU DE TOILETTE) / trompe-l’oeil do sexo / travesti travisto / inversão da inversão / contra-homenagem / à gioconda andrógina q hominizara com barba e bigode”, podemos saborear nos versos desta re-edição do Selo Demônio Negro.
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