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Manifestações neoclássicas no Vale do Paraíba: Lorena e as palmeiras imperiais
Roseli Maria Martins D´Elboux
Formato 16x23cm, 202 páginas
ISBN 978-85-7419-882-8

“Roseli D´Elboux apresenta um dos pontos nodais do circuito de apropriação dessa que é uma das referências visuais mais marcantes do Rio de Janeiro e do período imperial brasileiro, a palmeira-imperial. Lorena, cidade valeparaibana marcada pela riqueza do açúcar e do café, foi ornada por pelo menos três conjuntos de palmeiras-imperiais na década de 1880. Comandada pela família Castro Lima, a cidade acolheu o símbolo do império que era, também, a evidência do triunfo econômico de suas elites e da adesão cultural aos símbolos da Corte.
No espaçamento uniforme e cadenciado, claramente geométrico, a natureza tropical submetia-se à ordem, à disciplina. Eis aqui a maior evidência de um Estado que, em pleno século XIX, julgava poder subordinar a natureza à civilização. O texto descortina inúmeras possibilidades de compreensão da história do Brasil e de suas elites que, também a partir do controle da exuberância tropical, iniciava sua afirmação simbólica.”

Da apresentação de Paulo César Garcez Marins

Sumário sintetizado

Prefácio Maria Lúcia Bressan Pinheiro

Capítulo 1 Raízes do neoclássico fluminense
O século XIX: cenário europeu
A tradição neoclássica e sua herança
Neoclassicismo e ecletismo
O pitoresco e o jardin anglais

Capítulo 2 O Neoclássico no Rio de Janeiro
O século XIX: cenário brasileiro
Grandjean de Montigny
A Palma Mater
Glaziou e o jardim anglais

Capítulo 3 Lorena antes do café
Guaipacaré, a fronteira do sertão
A abertura do Caminho Geral e a ocupação do Vale do Paraíba
Lorena, vila tropeira

Capítulo 4 Lorena após o café
O café transformador
O baronato local, agente do melhoramento da cidade
Principais espaços públicos lorenenses

Considerações finais
O neoclassicismo nas ruas: Lorena e as palmeiras-imperiais

 
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