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Abjeção e desejo: uma etnografia travesti sobre o modelo preventivo de AIDS
Larissa Pelúcio
Formato 16x23 cm, 264 páginas
ISBN: 978-85-7419-990-0

O presente livro, resultado de uma tese defendida na área de Ciências Sociais na UFSCar em 2007, nos apresenta o universo das travestis que se prostituem, incluindo a clientela. O projeto que lhe deu origem partiu uma discussão crítica do modelo oficial preventivo para DST/aids, e encontrou no projeto Tudo de Bom! (DST/aids Cidade de São Paulo) um rico campo empírico. Ao acompanhar a rotina das técnicas de saúde e das travestis agentes de prevenção, Larissa Pelúcio procura mostrar os limites e os avanços que o modelo oficial enfrenta, além dos desafios encarados por aquelas e aqueles que estão na ponta do trabalho preventivo. As conclusões que a pesquisa nos apresenta apontam não só para o relativo sucesso do discurso preventivo, mas principalmente para suas lacunas e seus aspectos disciplinadores, por meio dos quais o acesso à cidadania aparece estreitamente relacionado à “SIDAdanização” das travestis. Quanto à clientela, sua invisibilidade frente às ações preventivas é revelada, e o medo da emasculação é apresentado como algo que assusta mais que a aids. Ao trabalhar com travestis que se prostituem, a autora faz um recorte consciente, alertando que existem muitas travestis que levam suas vidas para além da “pista”, ainda que para muitas delas as ruas noturnas continuem sendo o único território onde seus corpos despertam desejos e ganham seu sentido ontológico, substituindo, ainda que de maneira fragmentada, a abjeção pelo “glamour”.

Sumário sintetizado

Apresentação - Berenice Bento

Capítulo 1 - Território e tempo
1.1 Corpos, códigos e lugares
1.2 Na noite nem todos os gatos são pardos

Capítulo 2 - Gêneros Rígidos em Corpos Fluidos
2.1 Maridos, bofes, mariconas e vício
2.2 Mona, bicha, travecão, européia... (ainda sobre gêneros, corpos e territórios)

Capítulo 3 - Prevenção e “SIDAdanização”
3.1 SUSjeitos da aids
3.2 A prevenção do desvio
3.3 Diversidade no singular: o modelo oficial preventivo

Capítulo 4 - Tudo de bom para as travestis
4.1 Do posto para a pista
4.2 O dialógico e as diferentes lógicas

Capítulo 5 - A invisibilidade dos normalizados
5.1 T-Lovers: a masculinidade sob o peso do “armário”
5.2 O medo é de ser viado, não da aids

Capítulo 6 - Culpa, acusação e pressão: os significados da aids e da doença
6.1 Mona, eu me cuido
6.2 Politização e axé – ou de como enfrentar a aids

Capítulo 7 - Casa, corpo e pessoa
7.1 Corpos entranhos em espaços invisíveis
7.2 Da vida nervosa das travestis
7.3 O gênero na carne: a construção da pessoa travesti
 
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