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Ufanismo e ressentimento: de Minas Gerais aos sertões de São Paulo (século XVIII)
Michel Kobelinski
Formato 14x21 cm, 382 páginas
ISBN 978-85-391-0428-4

Neste livro refletimos o problema da construção do ufanismo e do ressentimento em nossa formação identitária, uma vez que estes comportamentos são subjetivos e contraditórios. Sua gênese estava presente nas disputas entre “paulistas” e “forasteiros” (Guerra dos emboabas, 1707-1709) nas Minas Gerais. Acontece que entre 1768 e 1774, durante o governo do Morgado de Mateus, na capitania de São Paulo os historiadores paulistas não só retomavam as pendências da Guerra dos Emboabas, mas também estruturaram suas obras a partir de ressentimentos pessoal, coletivo e político. O autor investiga as ações e reações às manipulações sociais, as articulações entre as individualidades dos sujeitos e as práticas sociais. A preocupação central foi verificar em que medida os “poderes coloniais”, pessoas comuns, oficiais e soldados se satisfaziam ou “sucumbiam” a esses processos, por efeitos de conquistas, de “perdas” e de “ausências” manifestadas em situações de êxito, nobreza, desejos, fantasias, privação da vida e hostilidades (de indígenas e de espanhóis), construindo, simultaneamente, imagens espetaculares ou depreciativas da natureza e da sociedade colonial.
 
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