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Paradigma do caos ou cidade da conversão? São Paulo na administração do Morgado de Mateus (1765-1775)
Amilcar Torrão Filho
Formato 16x23cm, 292 páginas
ISBN 978-85-7419-757-9

São os dois principais objetivos deste trabalho. Apresentar uma revisão da historiografia da cidade colonial portuguesa e rever alguns pontos desta historiografia a partir de uma análise da cidade de São Paulo no período de governo do morgado de Mateus, entre 1765 e 1775. A historiografia sobre São Paulo é marcada por algumas tópicos que insistentemente se repetem: a pobreza da vila, depois cidade, a dispersão da população, o bandeirismo, o isolamento e a inexistência de um planejamento, ou melhor, de uma racionalidade urbana na política colonial portuguesa, a “espontaneidade” na formação da cidade. Historiadores marcados pelo paradigma da ordem tendem a ver a São Paulo colonial sempre em termos da metrópole que ela se tornou posteriormente, de maneira teleológica e anacrônica, o que reforça os estereótipos da “vila medíocre”, miserável e sem importância.

Amílcar Torrão Filho mostra que a cidade também é importante como braço administrativo e controlador da metrópole, além de importante centro comercial e político, bem como um espaço de experimentação legislativa e administrativa.

Sumário sintetizado

Apresentação: Stella Bresciani

Introdução: São Paulo, cidade peregrina

Capítulo 1 São Paulo: cidade ausente
Percursos de uma interpretação
Os frutos da interpretação
Moldagens e caminhos

Capítulo 2 São Paulo: cidade vazia
O mandato lusitano
Tópicas de São Paulo: o vazio, o isolamento, a pobreza, a desordem
A cidade da conversão

Capítulo 3 São Paulo: cidade sem emenda
Século XVIII: decadência ou renascimento?
As câmaras coloniais
No princípio era o caos
Os lugares da cidade

Capítulo 4 São Paulo: cidade sem povo
A capitania restaurada
O governo pombalino: o exercício de uma ilustração católica
Um governador ilustrado
São Paulo como palco de poder

Capítulo 5 Pelos labirintos

 
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