Annablume Editora
BOX_HEADING_LOGIN_BOX
Seja Bem Vindo(a)!

Faça seu login
Cadastre-se

 
 
 
HomeSite
Busca Rápida
Suas Compras   Meu Carrinho 7 Iten(s):
Fabricantes
Fabricantes
Categorias
Categorias
        -Arquitetura, Urbanismo e Políticas Urbanas
        -Biblioteca Flusseriana
        -Corpo, Sexualidades e Políticas da Multidão
        -Cultura Tecnológica e Redes Digitais
        -Geografia e Temas Socioambientais
        -Sociologia
        -Todas as Coleções
        -Todos os Temas
        Artes
        Outros Temas
        Revistas
Promoção
Especiais mais
Guia dos lugares difíceis de São Paulo
Guia dos lugares difíceis de São Paulo
De: R$ 60,00
  Por: R$ 60,00
Economia de R$ 0,00
Veja mais promoções
Novidades
Novidades mais
Direitos humanos e meio ambiente: educação, estudos de gênero e
Direitos humanos e meio ambiente: educação, estudos de gênero e
R$ 65,00
R$ 65,00
Veja mais novidades
Onde coisas e homens se encontram: cidade, arquitetura e subjeti
Onde coisas e homens se encontram: cidade, arquitetura e subjeti
Código do Produto:
De: R$ 43,50
Por: R$ 43,50
Economia de R$ 0,00
 
Acessar Um LivroAcessar O Ateneum
Clique aqui e baixe o manual do produto

Onde coisas e homens se encontram: cidade, arquitetura e subjetividade. 
Lúcia Leitão. 
Formato 16x23 cm, 174 páginas
ISBN 978-85-391-0648-6

Aldo Rossi refere-se à arquitetura como "a cena fixa das vicissitudes do homem, carregada de sentimentos de gerações, de acontecimentos públicos, de tragédias privadas [...]". Sob o olhar do consagrado arquiteto italiano, a arquitetura da cidade aparece como a manifestação concreta das ações que, embora geradas coletivamente, são individuais em sua essência. Afinal, sentimentos podem ser compartilhados socialmente, mas são vivenciados individualmente, do mesmo modo que acontecimentos públicos podem atingir a todos, mas tragédias privadas são eventos particularíssimos. 

É dessa relação de intimidade entre a vida individual e a existência social que Lúcia Leitão constrói sua reflexão sobre a arquitetura da cidade à luz de condicionantes próprios da subjetividade. 

Seria a cidade imprescindível do ponto de vista psíquico tanto quanto se tem mostrado do ponto de vista físico, material? De que natureza seria essa imprescindibilidade? A partir de que artimanha psíquica teria o espaço habitado se tornado imprescindível? E por quê? 
 
Também compraram este produto
Clientes que compraram este produto, também compraram:
     Do mármore ao vidro: mercados e supermercados na cidade   Do mármore ao vidro: mercados e supermercados na cidade
     Transporte e meio ambiente: conceitos e informações   Transporte e meio ambiente: conceitos e informações
     O bonde na cidade   O bonde na cidade
     Circular é preciso, viver não é preciso: hist. do trânsito em SP   Circular é preciso, viver não é preciso: hist. do trânsito em SP
     Globalização, trabalho e pobreza nas metrópoles brasileiras   Globalização, trabalho e pobreza nas metrópoles brasileiras
 
Últimos Produtos Visitados
Institucionalização das ciências agrícolas e seu ensino no BR
Institucionalização das ciências agrícolas e seu ensino no BR
O evangelho do comércio universal
O evangelho do comércio universal
Mulheres entre o lar e a escola
Mulheres entre o lar e a escola
Entre o encardido, o branco e o branquíssimo: branquitude, hiera
Entre o encardido, o branco e o branquíssimo: branquitude, hiera
Quando o pequeno é grande: projetos comunitários no Cerrado
Quando o pequeno é grande: projetos comunitários no Cerrado
Walter Zanini
Walter Zanini
Educação ambiental na formação de professores
Educação ambiental na formação de professores
Maurício de Lacerda e o liberalismo radical
Maurício de Lacerda e o liberalismo radical
Um cinema brasileiro antropofágico? (1970/74)
Um cinema brasileiro antropofágico? (1970/74)
A época brasileira de Vilém Flusser
A época brasileira de Vilém Flusser
Newsletter
Ofertas e promoções exclusivas por e-mail