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Autenticidade do psicanalista: entre Ferenczi e Lacan
Daniel Migliani Vitorello
Formato: 16 X 23 cm, 286 páginas
ISBN: 978-85-391-0946-3

Dois autores aparentemente diferentes entre si aproximam-se nestas páginas para um encontro pouco provável na comunidade analítica, já que se trata de concepções teóricas e clínicas distintas. Onde um dizia trauma, o outro respondia fantasia. Enquanto um manifestava sua intolerância em relação a qualquer semblante, o outro realizava a proeza de só aparecer como analista. Um chegou a praticar a análise mútua, enquanto o outro entendia que, na relação entre analista e analisante,  não devia haver reciprocidade. Mas, igualmente à Ferenczi, Lacan denunciou que a impotência em sustentar autenticamente uma práxis se reduz a um exercício de poder. E enveredando pelo caminho ferencziano, cuja liberdade de ação lhe permitia não participar do que já era ortodoxo, fez com que Lacan se reconhecesse dentro do mesmo espírito, cuja independência não se apresentava somente na prática clínica de ambos, mas inclusive como se exprimiam fora dela. Portanto, um com o outro ou contra o outro, juntos, permitiram o autor questionar e buscar a autenticidade do analista e o seu lugar no trabalho analítico.

Daniel Migliani Vitorello, formado em filosofia e psicologia, é doutor em Psicologia Clínica pela Universidade de São Paulo e Université Paris VII. É psicanalista, professor e autor de Mantenha distância: o imaginário obsessivo de Nelson Rodrigues (Annablume, 2009).

 
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