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Código do Produto: 16x23 cm
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A psicanálise em Israel: sobre as origens do movimento freudiano na Palestina britânica (1918-1948)
Guido Liebermann
Formato: 16x23 cm, 450 páginas
ISBN: 978-85-391-0481-9

Esta obra retraça a história do freudismo na Palestina antes da criação do Estado de Israel: uma história de imigrações, de tragédias, de combates ideológicos e de personalidades fortes — tudo isso sobre um fundo de antissemitismo e de ascensão do Nazismo. A imigração judaica para a Palestina leva consigo, em sucessivas ondas, alguns dos pioneiros do movimento freudiano nascente (Moshe Wulff , Max Eitingon, Josef Friedjung...). Em 1934, surge ali uma nova sociedade psicanalítica. Outros analistas menos conhecidos, analisados nos divãs de Berlim ou de Viena, continuam suas formações em Jerusalém ou em Tel Aviv e contribuem para a expansão da psicanálise. 

No entanto, a introdução da psicanálise na sociedade judaica não teria sido possível sem o inestimável suporte oferecido por alguns médicos, pedagogos e dirigentes sionistas tocados pela causa analítica. Esses precursores tiveram de travar árduas e incessantes batalhas para introduzi-la nas novas estruturas (escolas, kibutzim, hospitais, universidade...), na contramão das autoridades religiosas tradicionais.

Este livro é também a história das resistências à psicanálise e das ambiguidades de Freud com relação à Palestina e ao sionismo. Guido Liebermann, ao indagar a respeito da recepção da psicanálise no país, imerge-nos na história do povo judeu e no doloroso nascimento do Estado de Israel, mostrando-nos a incrível riqueza dessa experiência única.
 
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