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Código do Produto: 16x23 cm
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Do plano diretor às operações urbanas consorciadas: a ascensão do discurso neoliberal e dos grandes projetos urbanos no planejamento paulistano
Eduardo Alberto Cuscé Nobre
Formato: 16 x 23 cm, 346 páginas
ISBN: 978-85-391-0956-2

A partir dos anos 1980, o paradigma da política urbana em várias cidades do mundo passou por uma grande reformulação. A crise de acumulação do Sistema Capitalista advinda do esgotamento da expansão econômica do Pós-Guerra ocasionou a ascensão do Neoliberalismo, enquanto forma política e ideológica preponderante, substituindo a Socialdemocracia e o Estado do Bem-Estar Social.

No campo do urbanismo, o resultado dessa transformação foi a mudança do planejamento urbano tradicional, compreensivo e racionalista, para o planejamento urbano estratégico, passando de uma visão global e integrada da cidade para uma visão focalizada e de intervenções urbanas pontuais, fragmentárias e localizadas em áreas específicas, através dos grandes projetos urbanos.

No caso do Município de São Paulo essa transição ocorreu a partir da década de 1990 através da formulação e implementação das Operações Urbanas Consorciadas,
que ganharam destaque como principal instrumento do planejamento urbano paulistano, competindo com o Plano Diretor e a Lei de Zoneamento. 

Esse livro enfoca essa transição do planejamento urbano tradicional para o planejamento urbano estratégico na cidade de São Paulo, recuperando a história da formulação e aplicação de seus principais instrumentos no interior da administração municipal, a partir da compreensão da transferência de ideias e modelos dos países centrais para cá.

Afirma que a implementação das Operações Urbanas Consorciadas, principal instrumento urbanístico neoliberal, apenas reforçou as características regressivas do planejamento urbano paulistano de investimentos em grandes obras viárias e de criação de frentes de expansão imobiliária nas áreas de interesse do mercado, favorecendo a classe dominante em detrimento da população pobre e excluída.

Dessa forma, conclui que essas características regressivas não são exclusivas desse
planejamento, mas sim inerentes à condição periférica e dependente na qual a cidade
e o país estão inseridos e que só poderão ser superadas caso a sociedade brasileira
ultrapasse os entraves ao seu desenvolvimento.
 
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