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Nas fronteiras das minas com o gerais: as terras de uso comum e o uso coletivo de terras - Volume I
Fernanda Testa Monteiro
Formato : 16x23 cm, 284 páginas
ISBN: 978-65-5684-043-7

Esta obra está organizada em dois volumes e volta-se à análise de transformações territoriais contemporâneas no campo brasileiro. A análise partiu da realidade situada na porção Meridional da Serra do Espinhaço em Minas Gerais, considerando sua formação territorial no contexto de formação do estado e deste em relação ao país. Compreendeu-se tal processo a partir da formação da propriedade privada da terra na gênese territorial do país. Os sujeitos em foco foram “as(os) apanhadoras(es) de flores sempre-vivas”, cuja lógica de reprodução social foi analisada considerando-se as territorialidades, formação das identidades e organização política. Analisou-se como operam formas comunitárias de acesso e uso dos recursos naturais baseadas nos costumes articulados ao modo de vida e conjunturas vividas. No âmbito das lógicas agrárias, revelou-se a ocorrência de terras de uso comum e terras de uso coletivo, que guardam diferenças nas práticas sociais e respectivas visões sociais de mundo. O aprofundamento acerca dos conflitos socioterritoriais desvelou a formação da “fazenda de mineração” na relação com a atividade minerária, contando com mecanismos próprios e vigentes de legitimação com burla da lei. Teve-se também em conta outros conflitos deflagrados por lógicas atuais de cercamentos com papel-chave cumprido pelo Estado, envolvendo compensações ambientais por meio de parques naturais. As “comunidades apanhadoras de flores sempre-vivas”, como parte da totalidade das dinâmicas territoriais atuais, mostram que as lutas pela terra e pelo território são processos distintos que podem ocorrer de forma articulada e solidária, como o fazem por meio de um movimento socioterritorial recente. Realidade, essa, que expressa a unidade na diversidade das lutas e dos contextos atuais no país. Os desafios postos e as perspectivas construídas no chão de mundo demandam a compreensão da geografia dos comuns e dos coletivos.


 
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