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Misérias do presente, riqueza do possível
André Gorz
Tradução de Ana Montóia
Formato 14x21cm, 162 páginas
ISBN: 85-7419-458-1

“É preciso aprender a discernir as possibilidades não cumpridas que dormitam nas dobras do presente. É preciso querer apropriar-se daquilo que se transforma. É preciso ousar romper com esta sociedade moribunda que não mais renascerá. É preciso ousar o Êxodo. É preciso nada esperar das soluções sintomáticas da “crise”, pois não há mais crise: um novo sistema instalou-se e este sistema abole maciçamente o “trabalho”. Restabelece as piores formas de dominação, de sujeição, de exploração, obrigando todos a lutarem contra todos em busca desse “trabalho” que o próprio sistema aboliu. Mas não cabe lastimar esta abolição: o que se deve repudiar é a pretensão de perpetuar como um dever, como norma, como fundamento insubstituível dos direitos e da dignidade de cada um este “trabalho” do qual o sistema abole as normas, a dignidade e o acesso. É preciso ousar o Êxodo da “sociedade do trabalho”: ela não existe mais e não será mais restabelecida. É preciso desejar a morte dessa sociedade que agoniza para que uma outra possa nascer de suas cinzas. É preciso aprender a enxergar, por detrás das resistências, das disfunções, dos impasses de que é feito o presente, os contornos dessa outra sociedade. É preciso que o “trabalho” perca sua centralidade na consciência, no pensamento, na imaginação de todos. É preciso aprender a vê-lo sob um outro olhar: não mais pensá-lo como algo que possuímos ou não possuímos, mas como algo que fazemos. Precisamos ousar e desejar recuperar a apropriação do trabalho.”

André Gorz

Sumário Sintetizado

Capítulo 1 Do estado social ao estado do capital
A grande recusa
O êxodo do capital
O fim do nacionalismo econômico
A mundialização tem costas largas
A reversível ditadura dos mercados financeiros
O milagre chinês

Capítulo 2 Últimos avatares do trabalho
Pós-fordismo
Uddevalla
A sujeição
Autonomia e venda de si
O trabalho que abole o trabalho
Metamosfoses do assalariamento
Somos todos precários

Capítulo 3 O trabalho desencantado
O mito do elo social
Geração X ou a revolução sem voz
Inversão dos valores, atraso do político
Socializar ou educar?

Capítulo 4 Sair da sociedade salarial
A multiatividade, uma questão de sociedade
Caminhos possíveis

Digressão 1: Comunidade ou sociedade?

Digressão 2: Alain Touraine ou o sujeito da crítica
 
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