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Editorial

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A produção da Annablume tem dois focos: informar os próprios pares acadêmicos da produção da Universidade e levar esta informação para fora da Universidade, estabelecendo um diálogo.

Mas o que há de singular nesta mensagem que a Universidade pode trazer à sociedade? (continua)

Instituições de urbanismo no Brasil, 1930-1979

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O período de 1930 a 1979 é revelado como um período de construção de instituições que se voltaram para a produção de saberes urbanos e territoriais e de práticas urbanísticas, em sintonia com os processos de urbanização acelerada e de aprofundamento das desigualdades regionais. Nessa construção, estiveram envolvidas várias gerações de urbanistas, de diferentes campos disciplinares e de diferentes olhares sobre os processos em curso no Brasil.

História do “trem das onze”: o Tramway da Cantareira e sua relação com o desenvolvimento local

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Principio e Inicio: a questão da humanidade em Hannah Arendt

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O que busca a filosofia senão o princípio de todas as coisas? E o que seria a filosofia política senão a investigação do princípio que rege a vida em comunidade? Este livro sugere, no entanto, que a filosofia política de Hannah Arendt seja uma tentativa de desmontar esta ideia a fim de repensar a capacidade de iniciar algo novo em sua variabilidade e multiplicidade de formas, isto é, para iluminar a existência de princípios plurais.


A luta por justiça em tempos de democracia :Lamarca, Marighella e os crimes sem perdão da ditadura militar

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Após 16 anos do processo de anistia política no Brasil iniciado em 1979, a promulgação da lei 9140/95, também conhecida como “Lei dos Desaparecidos”, não atendeu a todas reivindicações dos familiares das vítimas, tampouco, de setores da sociedade brasileira que almejavam o acesso à verdade histórica, mas possibilitou visibilidade à causa dos desaparecidos políticos no País.


 

Urbanismo e política no Brasil dos anos 1960

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Urbanismo e política no Brasil dos anos 1960 aborda a relação entre o campo do urbanismo, a política e o impacto na transformação das cidades brasileiras. O livro contribui para a compreensão da complexa articulação entre a ampliação do campo profissional, a modernização das cidades, a expansão do território do planejamento urbano e a ação do Estado. Em um quadro de possibilidades de transformação social e política que se esboçava desde o final da segunda guerra, as rupturas a partir de 1964 se explicitam de forma cada vez mais intensa em um processo de centralização institucional, ausência de instâncias de representação política e ampliação da estrutura técnica. A combinação e a intensificação desses processos consistem em uma das explicações para a aguda crise ideológica do planejamento nos anos 1970, assim como contêm os indícios de sua transformação.


Movimento antiproibicionista no Brasil: resistência e luta

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Fabiola Leal nos apresenta a sua tese de doutorado, cujo acúmulo advém de uma longa trajetória de pesquisa e de militância na política de drogas,
incluindo, períodos de investigação sobre o tema em países do norte do planeta, onde o movimento antiproibicionista também tem lugar na cena política e na produção do conhecimento. Com o rigor acadêmico e o vigor das lutas edificadas na trajetória do movimento antiproibicionista, a autora visita o legado de Antônio Gramsci com sua categoria seminal de Estado ampliado e nas derivações teóricas de sociedade civil, sociedade política, hegemonia, guerra de posição, intelectuais e ideologia.

Desafios para o serviço social na luta antirracista: questão étnico-racial em debate

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De modo instigante e crítico, “Desafios para o Serviço Social na luta antirracista: questão étnico-racial em debate” elucida como nossa sociedade foi racialmente fundada e como o conceito de raça/etnia é fundamental para a compreensão das questões estruturais. Sem dúvida, é impossível terminar de ler este livro sem perguntar como a questão étnico-racial foi negligenciada por muito tempo no Serviço Social Brasileiro. Trata-se de leitura atemporal e necessária para descolonizar o pensamento.

Configurações do desenvolvimento, trabalho e ação coletiva

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Elaborado a partir de um conjunto de investigações realizadas por pesquisadores da UFRJ, UFMA e UFPB em três regiões brasileiras (Norte, Nordeste e Sudeste), este livro contribui para o debate acerca da configuração de diversos padrões de desenvolvimento em diferentes setores/atividades econômicas, com destaque para a constituição e organização dos mercados, as relações de trabalho, as questões ambientais, além das distintas estratégias de ação dos atores sociais  locais/nacionais/globais em contextos diversos de contestação e de negociação social.

 

 

Adolescendo em tempos instagramáveis

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O adolescer apresentado por Marina Bialer exige fôlego. Assim como, frequentemente, o fazem os próprios adolescentes. No entanto, o mergulho é recompensado pela profundidade da abordagem histórica, social e clínica das questões tocadas pela autora, ultrapassando descrições ou explicações de fenômenos humanos que poderiam ser considerados típicos desse período de inauguração da vida adulta. É mais comum encontrarmos textos que buscam olhar de frente para o adolescer/adolescente, tentando narrá-los, descrevê-los ou apreendê-los com precisão. Marina fez outra coisa: deu a mão para o adolescer/adolescente e pediu que ele mostrasse por onde caminha, quais os cenários em que vive e como tais paisagens o afetam.

Produzir casas ou construir cidades? Desafios para um novo Brasil urbano - 2ª edição

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Este livro é o resultado de extensa pesquisa, realizada pelo Laboratório de Habitação e Assentamentos Humanos FAUUSP (LabHab – FAUUSP), sobre os impactos urbanos decorrentes dos empreendimentos habitacionais para o mercado habitacional de renda média que se multiplicam pelo país, no âmbito de importante política governamental.

Otto Gross: por uma psicanálise revolucionária - 2ª edição

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Otto Gross

Organização : Marcelo Checchia, Paulo Sérgio de Souza Jr.,Rafael Alves Lima; Tradução e notas : Paulo Sérgio de Souza Jr

“Essa obra a ser feita exigia essa vida”, escreve Merleau-Ponty a respeito de Cézanne. É também o que constatamos com Otto Gross. Sua vida segue os ditames de sua obra e sua obra reflete o que experimenta em vida.


 
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