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Quanto vale a chuva ? : impactos da BR-364 na regionalização da Amazônia ocidental
Markus Erwin Brose
Formato: 16x23cm, 214 páginas
ISBN: 9788539107759

Nos anos 1980, a pavimentação da rodovia BR-364 Cuiabá-Porto Velho, gerou destruição ambiental e conflito social de tal ordem, em Mato Grosso e Rondônia, que o Banco Mundial, financiador do projeto, suspendeu o repasse de recursos, houve divergências entre diretores do banco e a pressão internacional levou o banco a criar um Departamento de Meio Ambiente e Populações Tradicionais.
A pavimentação da extensão norte da mesma rodovia BR-364 no Acre, bem como sua ligação com o Peru, a Estrada do Pacífico BR-317, iniciada uma década mais tarde, não gerou migração, grilagem de terra ou expansão do desmatamento, tal como é comum ainda hoje no Arco do Desmatamento. Os méritos do Acre em conter o desmatamento ilegal são reconhecidos no debate global sobre adaptação às mudanças climáticas tanto por organizações públicas, como o Banco Mundial, como por governos progressistas em matéria ambiental, como a Califórnia e a Alemanha, que celebraram convênios de cooperação, além de divulgados por organizações não-governamentais. Mais importante, a estratégia é legitimada pelos eleitores acrianos, que a confirmam pelo voto nas eleições desde 1992. Durante quatro anos, Markus Brose coletou dados na região para responder à pergunta: Quais os fatores que permitiram ao Acre estabelecer um modelo próprio de construção e pavimentação da BR-364, baseado na estratégia de manutenção da floresta em pé?
 
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