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Mobilidade precária na metrópole de São Paulo

 

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Mobilidade precária na metrópole de São Paulo
Ricardo Barbosa da Silva
Formato : 16x23 cm, 366 páginas
ISBN: 978-85-391-0821-3

 

Ricardo Barbosa da Silva desenvolve pesquisa teórica e empírica na busca de um conceito inédito de mobilidade precária sob o olhar da Geografia. E assim joga novas luzes para compreensão das péssimas condições de deslocamentos cotidianos das pessoas no contexto particular de São Paulo.

Para tanto, o autor percorre um trajeto histórico revelando que a mobilidade precária já ganhava impulso na década de 1930, com a emergência dos ônibus, passando pela década de 1960, com a massificação do automóvel, até chegar dos anos 1990 aos dias atuais, com a popularização do automóvel e da motocicleta como alternativa reiterada ao precário transporte público.

O livro contribui para o entendimento do processo que tornou a mobilidade precária de exceção à regra, atingindo toda a sociedade da região metropolitana de São Paulo.


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"O caráter desigual da urbanização se revela por meio de diferentes facetas; uma delas é a forma como a população circula"

 

Por Mónica Arroyo

 

Ricardo Barbosa da Silva esmiúça, neste livro, a complexidade da mobilidade urbana no período atual, com o intuito de explicar o cotidiano da metrópole de São Paulo. Dessa maneira, o autor trilha um caminho de análise e argumentação que examina a mobilidade a partir do processo histórico de transformações socioespacias que a cidade experimenta, e não como se fosse uma variável independente ou apenas o resultado de uma decisão individual.

O caráter desigual da urbanização se revela por meio de diferentes facetas; uma delas é a forma como a população circula. O traçado e a hierarquia das vias, os modais de transporte, as normas e a gestão evidenciam a configuração do que o autor denomina de “mobilidade precária”, apontando as condições diferenciadas dos deslocamentos diários das pessoas na metrópole de São Paulo.

A importância desta obra consiste, justamente, em expor os conflitos subjacentes numa cidade que, ao privilegiar o automóvel em detrimento do transporte público coletivo, apresenta transtornos crescentes em termos de congestionamentos, perda no tempo de deslocamentos, problemas socioambientais e acidentes no trânsito. As lutas e resistências para estabelecer a mobilidade como direito têm ainda um caminho a ser percorrido. Trata-se de um debate contemporâneo, que convida a repensar os usos do espaço urbano.

 

 
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