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,Um cinema brasileiro antropofágico? (1979-1974)
Guiomar Ramos
Formato 14x21cm, 162 páginas
ISBN 978-85-7419-809-5

Este livro promove o encontro de cineastas de percursos muito distintos: Nelson Pereira dos Santos, Arnaldo Jabor, Artur Omar e João Silvério Trevisan. O seu recorte ousado dá ensejo à abordagem de um amplo leque de questões presentes no debate sobre o cinema brasileiro realizado entre 1969 e 1974. Guiomar Ramos se recusou a concentrar o foco em apenas uma das tendências ou gerações que marcam o período. Voltada para a produção mais instigante da época, nos planos estético e político, ela escolheu quatro filmes que trazem em seu corpo as marcas de uma estética inspirada na metáfora oswaldiana da antropofagia. Num primeiro momento, a análise se apóia em Mikhail Bakhtin e no seu conceito de carnavalização, uma vez que os filmes exibem uma textura feita de citações e ironias muito próprias a um contexto cultural que recolhe a energia de um Tropicalismo que já vivia as inflexões dos anos de chumbo.

Sumário sintetizado

Apresentação: José Inácio de Melo Souza

Capítulo 1 Como era gostoso o meu francês
1.1. Descrição comentada
1.2. Análise

Capítulo 2 Triste trópico
2.1. Introdução
2.2. Duas imagens e uma voz over constroem Triste trópico
2.3. A presença da antropofagia cultural de Oswald de Andrade
2.4. Desfecho trágico

Capítulo 3 Pindorama
3.1. Abertura
3.2. A diegese do filme
3.3. Personagens e espaços alegóricos
3.4. A criação de um espaço teatral – a farsa
3.5. O grotesco
3.6. Artaud
3.7. Os personagens históricos e os ecos com o momento atual do filme

Capítulo 4 Orgia ou o homem que deu cria
4.1. Sobre o título
4.2. A primeira abordagem
4.3. A morte do pai: cinema novo
4.4. Carnaval, carnavalização e tropicalismo
4.5. Antropofagia – devoração do bebê do cangaceiro
 
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